terça-feira, 22 de junho de 2010

Prato do Mês.

Semana de provas do mês de Junho, logo penso, férias!
A sensação de estar quase acabando só aumenta, as provas mais complicadas vão passando e o alivio que elas deixam supera o medo que as antecede.
Vou continuar um pouco sumida meus queridos, mas quero ver a recompensa no meu boletim! rs


Fica a dica -
Já deixei claro para vocês, no meu primeiro texto, o quanto eu admiro as mulheres. Aquelas que enfrentam paradigmas e dificuldades principalmente.
Quando ouvi falar desse livro pela primeira vez, simplesmente me encantei pela história! Há tempos não me sinto inútil sem um "prato" com mais de 400 páginas.
Necessito desse livro, e vou "saciar a sede". rs


A rosa de Stalingrado:

"Em 22 de junho de 1941, a Alemanha e os seus aliados invadiram de surpresa a União Soviética e, em um primeiro momento, conseguiram estrondosas vitórias em terreno inimigo. Embora tenha sofrido grandes perdas, o Exército soviético, mesmo com as péssimas condições climáticas, decidiu realizar uma contra-ofensiva na frente de Stalingrado.

Em maio do ano seguinte, foram criadas as unidades femininas de aviação do Exército Vermelho, uma iniciativa sem precedentes na história mundial. Dessas unidades saíram as militares enviadas para reforçar o 73º Regimento de Caca, antes inteiramente masculino. Entre elas, a bela Liliana Litvak, apaixonada por aviação, cujas qualidade
como piloto e coragem levaram seus superiores a enviá-la a um regimento de caça no front de Stalingrado, comandado pelo capitão Alexander "Locha" Solomaten.

Mas se inicialmente essa parceria foi motivo de menosprezo e desconfiança, tempos depois trouxe a tona histórias de coragem, perícia, reconhecimento e até mesmo de um grande amor. A cada vitória no ar, a tenente Liliana pintava uma pequena rosa branca no cone de sua hélice. Suas proezas ficaram conhecidas não só pela população soviética: os alemães encontraram referências a ela em diferentes jornais circulando nas ruínas das cidades ou aldeias abandonadas pelos russos em retirada. A história das rosinhas correu todas as bases nazistas e, também nelas, a alcunha de "Rosa de Stalingrado" ganhou uma fama carregada de simbolismo. A de uma mulher-piloto que precisava ser abatida."
  
*Suspiro*


Se cuidem.


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