Amizade.
Tantas definições, fases e rostos.
Mas no fim, não passa de um sentimento maravilhoso que se dá inconsequentemente.
É quando as palavras não são necessárias, a presença já basta. Coisas simples: movimentos, manias, comentários.
Essa coisinha chamada amizade tem contribuído bastante para a minha mutação, que aliás, vai muito bem obrigada. Sinto que ela já alcançou seu objetivo: mostrar-me quem sou, sem Laura 1 ou 2.
Apenas uma mistura de opiniões, contradições e sentimentos, contidos dentro de um corpo humano. Carne e osso, desejo e coragem, buscando... muita coisa.
Minha semana foi muito conturbada, parecia que o tempo não era suficiente nem para dormir. A lua fez questão de nascer bem grande e laranja, só para me fazer parar. Obrigada lua, você me lembrou de que tenho que respirar.
Tive minha primeira prova de filosofia. O medo que se instala sobre essa prova é incrível. É quase uma tradição: os veteranos passam medo nos calouros dizendo que a prova é difícil e pãs. Confesso que fácil não é mesmo, mas não é impossível. Não me saí tão bem quanto esperava, sei que na próxima não vou me deixar levar pelo nervosismo, ele não ajuda em nada, pelo contrário, só atrapalha.
Quebrei mais um muro dentro de mim. Depois de muito estudo e de muitas olhadas no espelho dizendo: “larga de ser boba você sabe que é capaz”, venci minha batalha interna com física e matemática. Exatas não são tão pavorosas assim (Ok certeza de que sou eu aqui?). haha
O caçador de pipas é lindo. Narrado para te fazer entrar completamente na história, sentir o mesmo calafrio descrito pelo o autor. Acrescentou um pouco mais de tudo na minha confusa mente.
Então, resumindo: amizade, conflitos internos, filosofia, exatas, livros. Tudo é possível e tudo gera consequência, seja ela boa ou ruim.
O que seria de nós sem o verbo “arriscar”.
Se cuidem.
"Summertime, time, time... Child, the living's easy."