quinta-feira, 28 de abril de 2011

Para não sumir.

Devido ao fato de que esse ano sou uma pré-vestibulanda sem tempo nem para respirar, postarei algumas redações aqui. São todos temas atuais com apelo social e/ou filosófico (do jeito que eu gosto) rs.
A primeira se chama "Planeta Sustentável", a proposta de redação era: Desenvolvimento econômico vs Meio ambiente. Usei a discussão sobre a reforma do código florestal brasileiro como plano de fundo para o desenvolvimento do texto.

 Planeta Sustentável

Cada habitante desse imenso planeta conhece seus direitos e deveres para com a preservação do mesmo. Ultimamente não confiamos nem em nós mesmos para avaliar o verdadeiro estrago que causamos em nossa casa. O desenvolvimento econômico foi colocado como prioridade e qualquer tipo de “discurso” sobre preservar o meio ambiente é visto como sensacionalista ou menos importante. O projeto para um novo código ambiental  brasileiro exemplifica esse assunto tão polêmico: de um lado estão deputados ruralistas, donos de propriedades e muito interessados nas “regalias” que o novo projeto trás; de outro uma massa de ambientalistas e pessoas comuns conscientes  organizando-se para protestar.

O aquecimento global tem sido tratado como um comércio. Empresas inventam campanhas de preservação para situações absurdas, e recebem muito dinheiro com elas, pois para alguns pagar pelo seu estrago trás alívio e sensação de dever cumprido. O IPCC (principal órgão de divulgação de dados sobre os problemas ambientais) estima que a Terra sofra, até o fim desde século, mudanças climáticas como o desaparecimento das águas no nordeste brasileiro e o aumento da temperatura do planeta entre 1,8°C e 4°C – o que causaria o desaparecimento de muitos seres vivos. E mesmo com todos os estudos, campanhas e discursos, a economia é sempre prioridade. Não se sabe nem ao certo se os relatórios do IPCC são confiáveis ou sofrem influência política. 

Não podemos chegar ao patamar de hipócritas dizendo que a economia, a agricultura e o comércio não são importantes, muito pelo contrário. O que realmente precisamos é engolir qualquer tipo de doutrina ou dogma e tentar resolver esse impasse da melhor forma possível, para que os pilares da sociedade (economia e meio ambiente) não se destruam, mas sim coexistam, dando condições para que nosso planeta tenha um bom futuro econômico e viável para todos os seres vivos.




PS: Meus textos possuem um tom meio "revolucionário", não estranhem. rs. Comentários e críticas  construtivas são bem vindos, pois o meu desejo é evoluir mais a cada frase escrita!
Se cuidem.

domingo, 28 de novembro de 2010

Um pouco mais de paciência.

É como se uma bomba de palavras e pensamentos estivesse pronta para explodir, mas ninguém apertava o botão vermelho.
Aconteceu tanta coisa desde o dia 24 de agosto: céus e sorrisos, tantos sentimentos expressados, escolhas,  surpresas, pessoas, ideias descobertas, preconceitos extintos, conhecimentos adquiridos, livros, imagens e sons. E no meio disso, minhas palavras se perderam, a facilidade de sentar e escrever se esvaiu e me deixou um vazio imenso, eu tentava... Mas era em vão.
Ignorem os erros que você lerá nesse blog, pois ele é escrito por uma estudante com fome de palavras, e não de regras.Vou voltar a escrever, preciso disso. Só não me estipulem prazos, eu não funciono sobre pressão.

Se cuidem.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Music

"De onde foge, pra onde vai
Nesta vertigem de cores
O que falta e o que é demais
Quais seus mais ricos sabores
Dá um laço e lança o sal
Passa ao largo em João Pessoa
Tece a vida por um fio
Desce ao rio e fica à toa


Por ti tento acender
Outra luz em nossa casa
Lembro que sempre sonhei
Viver de amor e palavra."

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=1I21ln_KLro



Se cuidem.

PS: Sim, esses são dias de músicas, poemas, livros... Por falar em livros, Rosa de Stalingrado é uma obra  indescritível!

Gonçalves Dias

  Seus Olhos.

"Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
Estrelas incertas, que as águas dormentes
Do mar vão ferir;
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Têm meiga expressão,
Mais doce que a brisa, - mais doce que o nauta
De noite cantando, - mais doce que a frauta
Quebrando a solidão,
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
De vivo luzir,
São meigos infantes, gentis, engraçados
Brincando a sorrir.
São meigos infantes, brincando, saltando
Em jogo infantil,
Inquietos, travessos; - causando tormento,
Com beijos nos pagam a dor de um momento,
Com modo gentil.
Seus olhos tão negros, tão belos, tão puros,
Assim é que são;
Às vezes luzindo, serenos, tranqüilos,
Às vezes vulcão!..."

Se cuidem.

PS: Sem tempo até para respirar.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Eleições



Estamos prestes a cumprir nosso dever de cidadãos, bonita frase não é?
 Mas o que realmente se esconde atrás de uma eleição é exatamente aquilo que todos nós sabemos, então não é escondido, é encoberto. Vender um voto é vender sua dignidade, é a prova de que você não se importa com seu país e muito menos com o próximo, todos sabem disso, é como dizia Shakespeare: "Esta consciência, que faz de todos nós covardes". 

O voto. Um direito tão batalhado, e agora é tão simples não? Ir até uma urna, votar, ou não votar.
Para mim a política, quando não é trágica, é cômica.
Pérola do mês: “Pior do que está não fica, por isso vote no tiririca”.
Um circo, uma chance de se promover e continuar na mídia, isso é o que as eleições se tornaram.

Não sou contra o voto, pelo contrário, é um direito muito bem estipulado e sério, mas acho que tudo isso deveria ser tratado com mais respeito. Que se crie uma comissão julgadora que diferencie política de comédia, que exija dos candidatos o mínimo de seriedade. Posso estar sendo um pouco radical, mas é impossível que nosso país continue sendo governado baseado em comédia e escândalos.

“Não vemos graça nas gracinhas da TV, morremos de rir no horário eleitoral”

Se cuidem 

PS: Me desculpem por sumir. rs

segunda-feira, 19 de julho de 2010

"E quando eu vejo o mar..."




Hoje, vendo essa foto, me bateu uma saudade tão grande do mar.
A imensidão azul, o vai e vem  trazendo esperança e levando o peso nos ombros.
Quando eu vou ao mar, paro diante dele, e observo. Penso sobre
todos os lugares onde suas águas passam, sobre os objetos e sonhos depositados em tuas águas, não consigo imaginar que do outro lado existe outro mundo, e quem sabe, outra pessoa parada: olhando e observando, sentindo a mesma brisa gelada no rosto.
Só faz um ano e sete meses que eu estou longe de ti imensidão azul, mas a tua lembrança em mim parece ser tão distante, como num filme antigo, uma vida passada. Mas não, eu pisei na areia que você banha, eu catei tuas conchas, eu mergulhei em tuas águas e deixei que você levasse minhas angústias.
Já não importa quanto tempo faz, eu preciso de ti mar.


PS: Ignorem a pseudo tatuagem. rs

sexta-feira, 16 de julho de 2010

C. L.




"Ser humano não deveria ser um ideal para o homem que é fatalmente humano, ser humano tem que ser o modo como eu, coisa viva, obedecendo por liberdade ao caminho do que é vivo, sou humana. E não preciso sequer cuidar da minha alma, ela cuidará fatalmente de mim, e não tenho que fazer para mim mesma uma alma: tenho apenas que escolher viver. 
Somos livres, e este é o inferno."